quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Redação 2 - Divisão territorial


Você tem um blogue cultural de ajuda aos estrangeiros que moram no seu país. Um seguidor brasileiro lhe escreve pedindo para você esclarecer como é a divisão territorial e política. Responda-lhe comparando com o que você sabe sobre a divisão territorial do Brasil. Mínimo 250 palavras.

Redação 1 - Independência ou morte!


Como estudante de português, você vai participar do concurso “Brasil: gigante pela sua história”, promovido pela Casa do Brasil. Com base nas informações do vídeo “Dia de Fúria” (14:05), escreva um texto sobre a Independência do Brasil, destacando os personagens e os fatos históricos ocorridos a partir da mudança da família real portuguesa ao Brasil em 1808 até o dia 7 de setembro de 1822. Mínimo 250 palavras.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Redação 7 - Bullying


Você faz parte do corpo docente de uma escola secundária e foi convidado pelo diretor a redigir uma carta dirigida aos professores. O objetivo é tratar o tema do Bullying, explicar seu alcance na era digital e qual papel deve desempenhar a comunidade escolar a fim de ajudar as vítimas de assédio.  Mínimo 250 palavras.

Redação 8 - Leitura e Tecnologia


Você é escritor e foi convidado a redigir um artigo de opinião sobre o tema "leitura e tecnologia" para uma revista de circulação nacional. Em seu texto, discuta as perspectivas de Philip Roth e de Robert Darnton e posicione-se a respeito do tema. Mínimo 250 palavras. (Texto - Celpe-Bras 2014/2)



Philip Roth: "A cultura literária vai acabar em 20 anos". O Futuro do Livro: Robert Darnton
O escritor americano afirma que a tecnologia deve acabar com o livro em papel e que a literatura tende a perder a influência na formação dos jovens. Aos 78 anos, 52 de carreira, ele é tido por críticos respeitados como o maior escritor vivo e figura há décadas na lista de possíveis ganhadores do Prêmio Nobel. É o único autor vivo a merecer a edição de suas obras na editora The Library of America, dedicada a escritores consagrados. Sob sua supervisão, o nono e último volume com os romances curtos deverá sair em 2013. Dele fará parte Nêmesis, seu 22º romance, recém-lançado no Brasil.

ÉPOCA - Não há nenhum computador nesta sala. O que o senhor pensa sobre os avanços tecnológicos como tablets e e-readers? Eles melhoram a compreensão do mundo?
Philip Roth - Não sou fanático por tecnologia. Tenho o mesmo telefone celular há anos e não pretendo trocá-lo. Escrevo em computador, como fiz antes com a máquina de escrever. É óbvio que as máquinas facilitam a finalização de um texto. Só que as coisas estão se transformando muito rapidamente para meu gosto. Não consigo achar graça em ler livros em formato eletrônico em e-reader. Outro dia passei numa loja Apple com a forte disposição de comprar um iPad. Cheguei lá, vi tanta gente se acotovelando para ver como funcionava o aparelho e cheguei a testá-lo. Acabei desistindo. Não sei por que, mas o iPad não me convenceu, talvez porque pareça chato escrever nele, e ler nele é dispersivo. Quem vai conseguir ler um livro inteiro meu naquele tablet? É mais um totem do culto à tecnologia. Hoje, toda a cultura se encontra a nossa disposição. E isso me preocupa. A cultura literária como conhecemos vai acabar em 20 anos. Ela já está agonizando. Obras de ficção não despertam mais interesse nos jovens, e tenho a impressão de que não são mais lidas. Hoje, a atenção é voltada para o mais novo celular, o mais novo tablet. Daqui a poucas décadas, a relação do público e do escritor com a cultura será muito diferente. Não sei como será, mas os livros em papel vão acabar. Surgirá outro tipo de literatura, com recursos audiovisuais e o que mais inventarem.


"Mas as pessoas dizem que o futuro é digital. Claro que é digital. O presente também é digital."
Quando o assunto é a especulação a respeito do futuro do livro, é difícil não ouvir aquela já batida pergunta: “o livro digital vai matar o livro físico?”. Mas por que um deve necessariamente aniquilar o outro? Não seria possível haver uma coexistência? Robert Darnton, historiador e diretor da biblioteca de Harvard, a maior biblioteca universitária do mundo, não só defende a ideia de que os dois podem coexistir, mas que são complementares, que um reforça o outro. Darnton não é só conhecido como um grande historiador norte-americano, mas também como um dos pioneiros na área da história do livro. Um de seus livros, “A Questão dos Livros – passado, presente e futuro” (The Case for Books, 2010), traduzido por Daniel Pellizzari e lançado pela Companhia das Letras, aborda justamente este questionamento a respeito do futuro dos livros. Mesmo com o barulho em torno dos livros digitais, sabemos que eles vão conviver um bom tempo com os livros em papel. Quais as principais questões que ainda não mereceram a devida atenção quando se fala nisso?

Darnton - Tenho sido convidado para tantas conferências sobre a morte do livro que acredito que o livro está muito mais vivo. Tenho algumas estatísticas sobre a produção de livros: a produção de livros impressos aumenta a cada ano e, em breve, teremos 1 milhão de títulos novos a cada ano. Sei que no Brasil o mercado editorial está florescendo. Portanto, a ideia de que o livro morreu me parece absurda. Contudo, levo a sério o fato de que livros eletrônicos são a onda do futuro. E como conduzir essa transição de um mundo onde o livro impresso é dominante para um futuro onde os livros digitais dominarão? Estamos passando por um tipo de fase de transição onde ambos vão conviver. E isso, para mim, é o momento mais excitante e interessante, porque podemos trabalhar em novos tipos de livros, depois de repensar a noção do que é um livro. Como escritor, acho que eles são complementares, e não contraditórios. Se você analisar a História da Comunicação, descobrirá que uma mídia não toma o lugar da outra, elas vivem num tipo de co-habitação, que é mutuamente benéfica. Aprendemos que, no tempo de Gutenberg, apesar de sabermos que a impressão foi uma tremenda nova força, os livros manuscritos, que tinham uma tradição de 100, 200 cópias, permaneceram. Ambos reforçaram um ao outro, por serem incomparáveis. E agora temos isso novamente, com o livro impresso e eletrônico a se reforçarem. 

Redação 6 - Conflitos no trabalho


Na empresa onde você trabalha têm ocorrido muitos desentendimentos tanto entre os chefes e seus subordinados quanto com os colegas entre si, o que está afetando a qualidade do trabalho e prejudicando o andamento dos negócios. Como um dos responsáveis do departamento de Recursos Humanos, você ficou encarregado de redigir um texto fazendo uma chamada ao bom senso, propondo atitudes para uma boa convivência e solução de conflitos baseadas nas dicas da jornalista Inácia Soares. Mínimo 250 palavras.  

Redação 5 - No fundo do poço


Você está tendo um conflito muito difícil de resolver com um familiar, o/a namorado/a ou um vizinho. Sem saber com quem conversar e desejando manter sigilo, você decidiu escrever a um consultório de atendimento psicológico on-line. Descreva seu problema, a origem e duração do conflito, o comportamento das pessoas envolvidas e o que você já fez para tentar resolver o conflito. Peça ajuda para resolver essa encruzilhada. Mínimo 250 palavras.